
As investigações sobre o incêndio e a identificação das vítimas continuam
Foto: Jean-Christophe Bott/EPA
O Papa Leão XIV uniu-se esta sexta-feira ao luto pelas vítimas do incêndio num bar na cidade suíça de Crans-Montana, na noite da passagem de ano, que fez mais de 40 mortos e 115 feridos.
O secretário de Estado do Vaticano, cardeal Pietro Parolin, enviou um telegrama de condolências em nome do Papa ao bispo da Diocese de Sion, Dom Jean-Marie Lovey, anunciou a Santa Sé.
"Ao tomar conhecimento do trágico incêndio ocorrido em Crans-Montana na madrugada de 1 de janeiro, que causou mais de 40 mortos e deixou inúmeros feridos, Sua Santidade o Papa Leão XIV une-se ao luto das famílias e de toda a Confederação Suíça. Deseja expressar a sua compaixão e preocupação às famílias das vítimas", segundo o telegrama.
"[O Papa] reza para que o Senhor acolha os mortos na sua morada de paz e luz e que console o espírito dos que sofrem nos seus corações ou nos seus corpos. Que a Mãe de Deus, na sua ternura, traga a consolação da fé a todos os afetados por esta tragédia e que estes mantenham esperança", conclui a mensagem do Papa.
As investigações sobre o incêndio e a identificação das vítimas continuam hoje, segundo a polícia suíça.
O Governo suíço já veio a dizer que recebeu várias mensagens e telefonemas de condolências e solidariedade de Governos após o incêndio e precisou que vários deles ofereceram-se para receber feridos com queimaduras muito graves e extensas.
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A França, assim como a Itália e a Alemanha, ofereceu-se para receber nos seus hospitais alguns dos feridos, que apresentam principalmente queimaduras e que, inicialmente, foram distribuídos em centros hospitalares suíços em Sion, Lausanne, Genebra e Zurique.
Crans-Montana é uma estância de desportos de inverno que atrai turistas de todo o mundo - situada no coração dos Alpes suíços, cerca de 40 quilómetros a norte do Matterhorn, um dos mais famosos picos alpinos - e com uma população de cerca de dez mil residentes.
