
"Raios de memória": projeções de luz em homenagem aos solados mortos na guerra, no cemitério de Lviv
Foto: Yuriy Dyachyshyn/ AFP
Portugal está ao lado da Ucrânia e espera que este ano seja possível alcançar um acordo para cessar a guerra, afirmou o ministro dos Negócios Estrangeiros, ao assinalar os quatro anos da invasão do país pela Rússia.
"São quatro anos de sofrimento para todo o povo da Ucrânia, os seus militares, mas também para imensos alvos civis", disse Paulo Rangel, numa mensagem publicada na rede social X, na qual destaca que o grau de destruição causado pela guerra é enorme.
"A violação do direito internacional, da soberania, da integridade territorial e da Carta das Nações Unidas, de valores em que todos acreditamos é verdadeiramente dramática", sublinhou o ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros, considerando que a invasão russa da Ucrânia, em larga escala, criou "uma nova etapa na vida internacional".
Paulo Rangel lembrou que Portugal tem uma grande comunidade ucraniana e que tem estado ao lado do país, com apoio humanitário, financeiro e militar. "Acreditamos no futuro europeu da Ucrânia", reafirmou o titular dos Negócios Estrangeiros, acrescentando: "Celebramos estes quatro anos com tristeza, com preocupação, mas também acreditando que, em 2026, seja possível um acordo de paz, sustentável, duradouro, justo".
Mensagem do MNE @PauloRangel_pt nos 4 anos sobre a invasão russa à Ucrânia. pic.twitter.com/bsheK7ESlZ
- Negócios Estrangeiros PT (@nestrangeiro_pt) February 24, 2026
A Rússia anexou a Península da Crimeia, em 2014, e lançou uma ofensiva de grande escala contra todo o território ucraniano em fevereiro de 2022.
