Resgate

Mais quatro crianças retiradas hoje da gruta na Tailândia

Mais quatro crianças retiradas hoje da gruta na Tailândia

Quatro crianças foram retiradas esta segunda-feira da gruta na Tailândia, depois de no domingo terem saído outros quatro rapazes. Segunda fase da operação está concluída.

A operação para resgatar os oito rapazes e o treinador que ainda permaneciam numa gruta na Tailândia, desde 23 de junho, foi retomada esta segunda-feira.

"A segunda operação começou pelas 11 locais [05 horas em Portugal continental]", anunciou à imprensa o chefe da unidade de crise, Narongsak Osottanakorn, mais de três horas depois do início dos trabalhos. "Em poucas horas teremos boas notícias", acrescentou.

E a garantia envolta em esperança confirmou-se. O quinto rapaz foi retirado da gruta pelas 16.27 horas locais (cerca das 11 horas em Portugal continental), depois dos quatro que saíram com sucesso no domingo.

Quando chegou a informação de que tinha dado entrada no hospital, pelas 12.30 horas (em Portugal continental), foi noticiado que um sexto rapaz também tinha saído da gruta. A indicação sobre a sétima criança a chegar ao exterior foi avançada cerca de 15 minutos depois pela agência Reuters. O oitavo, anunciado cerca de 20 minutos depois.

Segundo testemunhas, os rapazes usavam máscaras de mergulho faciais, que só são retiradas pelo pessoal médico no hospital, e vestiam fatos de mergulho.

Permanecem por resgatar quatro jovens e o treinador. A operação desta segunda-feira está concluída, de acordo com testemunhas citadas pela CNN.

Nas operações participam 90 mergulhadores: 50 estrangeiros e 40 tailandeses.

As quatro crianças que foram retiradas no domingo estão bem de saúde e pedem para comer "Phad Ka Pao", um prato típico tailandês.

O grupo encurralado é composto por jogadores, com idades entre os 11 e os 16 anos, e o treinador, de 25 anos. Os 12 rapazes e o treinador foram explorar a gruta depois de um jogo de futebol no dia 23 de junho.

Na altura, as inundações resultantes das monções bloquearam-lhes a saída e impediram que as equipas de resgate os encontrassem durante nove dias, uma vez que o acesso ao local só é possível via mergulho através de túneis escuros e estreitos, cheios de água turva e correntes fortes.

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