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Sanções, uma bomba-relógio no coração da Rússia

Sanções, uma bomba-relógio no coração da Rússia

Pouco a pouco, a economia russa está a sentir o que é viver sem os produtos ocidentais. Comboios e aviões param e há falta de telemóveis. Se o conflito durar, Putin pode ficar tão isolado como Kim Jong-un, líder da Coreia do Norte.

A Rússia caminha semana a semana, inexoravelmente, em direção a uma economia de guerra que terá consequências fatais e que pode deixá-la muito atrás do Ocidente e da China nos próximos anos. O país, inicialmente, superou as sanções impostas em retaliação da guerra na Ucrânia, mas alguns dos mais renomados economistas da Rússia concordam que a verdadeira crise ameaça estourar a partir do terceiro trimestre do ano se não houver uma reviravolta no conflito.

Além disso, não parece haver um plano claro de Putin, uma vez que as críticas intensificam-se diante dos problemas para substituir as importações. Além disso, Moscovo passou de uma forte defesa na adesão da Rússia à Organização Mundial do Comércio (OMC) a um desejo de abandoná-la. O presidente Vladimir Putin insiste que a Rússia continuará a fazer parte da cadeia económica global, mas o seu isolamento pode levar a um tratamento semelhante ao da Coreia do Norte.

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