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Apoio à família paga dois terços do salário a quem tem de ficar com os filhos em casa

Apoio à família paga dois terços do salário a quem tem de ficar com os filhos em casa

O programa "Apoio Excecional à Família", que vai ser retomado na semana de 2 a 9 de janeiro, paga dois terços do salário dos pais que tenham de faltar ao trabalho para ficar em casa com um ou mais filhos até aos 12 anos, ou 100% no caso de famílias monoparentais, mesmo nos casos em que seja possível o teletrabalho.

A ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social anunciou, ao final da tarde desta quinta-feira, que o apoio à família ia ser retomado na semana de 2 a 9 de janeiro. O apoio deve ser pedido através da entidade empregadora. O limite mínimo é de 705 euros (salário mínimo de 2022) e o máximo de 2115 euros (três salários mínimos).

Segundo o Governo, este apoio abrange também "os pais que se encontrem a exercer atividade em regime de teletrabalho e optem por interromper a sua atividade para prestar assistência à família" nos seguintes casos: família monoparental; agregado familiar com filhos até aos 12 anos; e agregado familiar que integre pelo menos um dependente com deficiência.

O apoio de dois terços da remuneração base sobe para 100% no caso das famílias monoparentais, sendo que o diferencial até aos 100% é assumido pela Segurança Social.

As faltas estão justificadas, mas a opção de abdicar do regime de teletrabalho para prestar assistência aos filhos deve ser comunicada com uma antecedência de pelo menos três dias à entidade empregadora.

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