Amnistia Internacional alerta para casos de abusos de autoridade no direito à manifestação

Amnistia defende que é preciso rever protocolos policiais para que protestos pacíficos sejam respeitados
Reinaldo Rodrigues / Global Imagens
Violência verbal e revistas abusivas preocupam. 37% dos inquiridos consideram que as autoridades têm uma atuação desigual consoante quem organiza e onde acontecem os protestos.
É um direito fundamental, mas os relatos de manifestantes, mais visíveis nos últimos tempos, de violência verbal e revistas por forças policiais são situações que preocupam a Amnistia Internacional - Portugal. Apesar de a maior parte das pessoas (82%) sentir que os seus direitos não são limitados quando se manifestam (um resultado considerado “positivo”), mais de um terço (37%) considera que a polícia e outras autoridades não são imparciais na forma como tratam as reuniões ou manifestações, consoante quem as organiza e os locais onde acontecem, revela um inquérito feito em novembro pela organização.
