
Pedro Granadeiro/Global Imagens
Efeito nas reservas é imediato, mas afluência em massa traz preocupações por causa da validade dos componentes sanguíneos.
De cada vez que o Instituto Português do Sangue e da Transplantação (IPST) faz um apelo nacional à dádiva de sangue, as colheitas disparam nos dias e semanas seguintes. Apesar do efeito imediato na reposição das reservas, os apelos têm desvantagens e riscos, nomeadamente de desperdício, porque os componentes sanguíneos têm prazos de validade apertados. A dádiva regular e faseada ao longo do ano é a melhor forma de garantir a sustentabilidade da transfusão, garante a presidente do IPST. “Quando se realiza um apelo, há uma grande afluência aos locais de colheita, que poderá levar à inutilização de componentes sanguíneos”, admite o instituto responsável por 60% da colheita de sangue nacional.
