
Comunidades indígenas participaram na COP30
Foto: Fraga Alves / EPA
A ministra dos Direitos Humanos do Brasil considerou, esta segunda-feira, no dia de abertura da 30.ª Conferência das Nações Unidas sobre Alterações Climáticas (COP30), que o mundo atingiu um ponto em que a escolha já não é entre quem sobreviverá e quem vai morrer com o impacto das alterações climáticas. "Mesmo que queiram, já não há diferenciação entre os impactos sentidos por ricos e os sentidos pelos pobres". Os principais discursos do dia visaram os negacionistas.
As palavras de Macaé Evaristo foram registadas pelos membros das comunidades indígenas que batem na tecla da ideia de que "o índio quer saber o que estão a fazer os outros povos para que o céu não caia em cima de quem vive na Amazónia", porque as tempestades e trombas de água são cada vez mais agressivas na floresta, em quantidade e duração, durante a temporada de chuva, em especial entre novembro e março.
