
Cotrim Figueiredo enfrentou várias crises mediáticas na primeira volta das presidenciais
Foto: António Pedro Santos/Lusa
As crises mediáticas já são tradição nas campanhas e as presidenciais não são exceção. Mas como evitar ou minimizar as "bombas" lançadas nas redes sociais e nos meios de comunicação social? Da análise de risco à resposta rápida e em massa, a estratégia tem denominadores comuns, agora adaptados à nova realidade da comunicação.
O JN falou com especialistas para saber qual a melhor forma de gerir estas polémicas, após uma primeira volta em que Marques Mendes e Cotrim Figueiredo foram os principais visados. "É preciso fazer trabalho prévio, estar informado, antecipar problemas, ser rápido e ter uma comunicação transparente e multiplataforma", afirmou ao JN Vítor Cunha.

