
Em causa está a destruição de "algumas centenas" de embriões doados sob anonimato
Foto: Pedro Correia
Sob orientação do Conselho Nacional de PMA, centros públicos mantêm-nos criopreservados. Projeto de lei do Bloco de Esquerda para prorrogar prazo vai a plenário no próximo dia 26.
O fim do regime de anonimato dos dadores de material genético no caso da procriação medicamente assistida (PMA) deixou no limbo centenas de embriões criopreservados que, desde o passado mês, findo o período transitório, podem ser destruídos. Contudo, e sob orientação do Conselho Nacional de PMA (CNPMA), os centros mantêm-nos criopreservados à espera de uma decisão do Parlamento. A proposta do Bloco de Esquerda, com vista a prolongar o prazo por mais cinco anos, é discutida no próximo dia 26.

