
Apesar da redução de casos fatais, problemas cardiovasculares ainda são a principal causa de morte
Foto: Artur Machado
As mortes por doenças cardiovasculares atingiram o valor mais baixo de sempre e são praticamente metade do que há 30 anos. No entanto, e apesar de os indicadores se aproximarem agora da média europeia, continuam a ser a principal causa de óbito em Portugal, cerca de 25% do total - na década de 1990 tocavam os 45%.
A conclusão vem expressa no relatório "10 anos das doenças cérebro e cardiovasculares em Portugal (2013-2023)", publicado pela Direção-Geral da Saúde (DGS), a que o JN teve acesso, e cujos resultados são agora conhecidas.
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