
Leiria
Nuno Brites / Global Imagens
Desempregada vive com uma neta com défice cognitivo e sem o apoio dos irmãos não conseguiria sobreviver.
M., 58 anos, espera todos os meses ansiosamente pelo dia em que vai buscar o cabaz, na expectativa de que traga mais alimentos. Desempregada, vive com uma neta com défice cognitivo e ainda entrega uma pequena parte dos 566 euros que recebe por mês à filha, pois “nunca conseguiu organizar a vida”. Os parcos rendimentos provenientes do rendimento social de inserção, da pensão de invalidez da neta, do abono de família e da pensão de alimentos dos pais da jovem, de quem cuida desde que nasceu, são geridos ao cêntimo. Mesmo assim, sem o apoio dos irmãos, não conseguiria sobreviver.
