
A obra da residência do Avepark parou depois de o consórcio (Lucios e Incons) não ter conseguido cumprir os prazos
Foto: Direitos reservados
Os credores, incluindo o Estado, chumbaram uma proposta de aquisição da Lúcio da Silva Azevedo & Filhos, já em sede de processo de insolvência, e não resta outra solução senão a liquidação da empresa cujos ativos não chegam para cobrir os 51 milhões de euros de dívidas.
Com o encerramento da construtora, há 68 funcionários que vão para o desemprego. A Lucios já dava sinais de debilidade, com dois Planos Especiais de Revitalização (PER) falhados (2021 e 2024) e a saída de contratos de construção importantes há algum tempo.
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