Os centros de saúde estão a contactar milhares de pessoas para completar a informação do Registo Nacional de Utentes (RNU). Os cidadãos que não atualizarem os dados pessoais até 31 de dezembro passam a ter um registo transitório (90 dias) e depois inativo.
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Ambos os estados resultam na perda de médico de família, ainda que se mantenha a inscrição nos cuidados primários. Os emigrantes também vão perder o médico de família e se precisarem de cuidados de saúde no SNS estes serão depois faturados ao país onde vivem.
A informação de que os emigrantes iam passar a pagar os cuidados prestados no SNS, noticiada esta quarta-feira pela Lusa, mereceu críticas do PSD e uma pergunta do Bloco de Esquerda, e obrigou a esclarecimentos do Ministério da Saúde. Em comunicado, a tutela garantiu que o acesso ao SNS dos cidadãos com morada fiscal fora do país mantém-se, mas a fatura será enviada ao país onde vivem.
