"Podemos viver nas maiores capitais da Europa, mas a aldeia nunca sai do coração"

Na aldeia de Labiados, Bragança, moram 30 pessoas, mas em agosto a população aumenta para 300 com o regresso dos emigrantes
Leonel de Castro
Agosto é o mês que as aldeias do Norte e Centro parecem ganhar vida com o regresso dos filhos da terra que vivem noutros países. "Em setembro volta tudo à normalidade, à pacatez e à tristeza do inverno", dizem
Em agosto, o quase silêncio das aldeias do Norte e Centro, com destaque para Trás-os-Montes e Minho, dá lugar ao bulício de quem regressa. Vindos de França, Luxemburgo e outros países, os emigrantes enchem ruas e cafés com saudade, afetos e orgulho, celebrando o reencontro com as raízes e o amor pelas terras onde nasceram.

