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Doença cardiovascular e cancro com 54% das mortes colaterais em 2020

Doença cardiovascular e cancro com 54% das mortes colaterais em 2020

No ano passado, IPO do Porto recebeu menos 1800 novos doentes. No São João, às vias verde Coronária e de AVC chegaram doentes em pior estado.

Dos óbitos em excesso registados no ano passado, e descontando aqueles por covid-19, mais de metade terão sido causados por doença cardiovascular e cancro. Os cálculos são da Escola Nacional de Saúde Pública (ENSP) e pecam por defeito. Ano em que o Instituto Português de Oncologia (IPO) do Porto teve uma quebra de 17% nos doentes referenciados. E em que às vias verde Coronária e de AVC do Hospital de São João, no Porto, chegaram doentes mais tarde e em pior condição clínica.

De acordo com a análise da ENSP, entre 16 de março (primeira morte por covid-19 em Portugal) e 31 de dezembro de 2020, registaram-se 4830 óbitos em excesso devido a outras causas naturais que não o novo coronavírus. Mortalidade colateral esta que respondeu por 41% do excesso registado naquele período. O remanescente (6906) foi por covid-19.

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