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Dois Anos de Pandemia: regresso a um novo normal, vigiando de perto o(s) vírus

Dois Anos de Pandemia: regresso a um novo normal, vigiando de perto o(s) vírus

Libertação será (quase) total. Variante mais patogénica é improvável, mas planos de contingência devem estar prontos a serem ativados.

Das poucas certezas que temos é que há um Mundo pré e outro pós-pandemia. E há uma pandemia pré e pós-vacinas. Esperando-nos uma nova normalidade. Assente nas lições apreendidas nestes dois últimos anos de pesadelo sanitário. Se é certo que se aproxima o dia da (quase) libertação, projetado pela Direção-Geral da Saúde para 3 abril, e que a primavera/verão fazem antever um novo respirar, o módulo outono/inverno obriga a monitorização e cuidados reforçados.

Deixaremos de vez as máscaras? Os testes rápidos? Voltaremos a ter medidas restritivas? Ao teletrabalho? Ao ensino à distância? A fechar setores da economia? Qualquer medida mais violenta parece, hoje, improvável. Mas as respostas estarão sempre na Ciência, farol que nos guiou. Sequenciando genomas, vigiando os vírus em circulação e a sua gravidade. Com vacinas dirigidas e novos antivirais. Se parece inverosímil o aparecimento de um novo vírus ou de uma variante mais patogénica, o SARS-CoV-2 deixou já bem claro o seu fator surpresa.

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