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Enfermeiros covid passam precários no acesso aos quadros

Enfermeiros covid passam precários no acesso aos quadros

Centenas de enfermeiros precários, há anos ao serviço dos hospitais públicos e sem qualquer perspetiva de vinculação, estão a ser ultrapassados por profissionais com menos tempo de casa, que, ao abrigo de contratos covid, são integrados nos quadros das instituições do Serviço Nacional de Saúde (SNS).

Num período crítico de combate à pandemia, a contestação ao Ministério da Saúde sobe de tom. Os enfermeiros falam em injustiça e em insuficiência nas contratações. As rescisões estão proibidas, mesmo nas mudanças dentro do SNS.

Em todo o país, muitos enfermeiros com contrato de substituição não têm perspetivas de serem integrados nos quadros do SNS, ao contrário do que está a acontecer com alguns enfermeiros com contrato covid que trabalham há menos tempo nos hospitais. O Ministério da Saúde não revela o número atual de enfermeiros em regime de substituição, mas contam-se 230 só na região do Porto e cerca de 100 no Minho, segundo o Sindicato dos Enfermeiros Portugueses (SEP). Todos enfrentam o despedimento, quando chegar o colega que estão a substituir.

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