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Mais de 3000 rotundas para desatar os nós do trânsito nas cidades

Mais de 3000 rotundas para desatar os nós do trânsito nas cidades

As placas giratórias cresceram com problemas insanáveis, devido a projetos que privilegiaram tudo menos a segurança e as soluções de fluidez do trânsito, sobretudo nas maiores cidades. Mas, quando bem planeadas, continuam a ser um sistema prático e eficaz (e barato) que não deve ser abandonado, garantem os especialistas.

Nasceram como cogumelos em meios urbanos e menos populosos. Durante mais de 20 anos, as rotundas foram acrescentadas à paisagem de norte a sul de Portugal. E ficaram quase como imagem de marca de um país onde o automóvel se tornou símbolo e força principal de mobilidade.

"Houve uma fase em que qualquer cruzamento era transformado em rotunda, um exagero. Essa febre felizmente já passou, até porque não houve capacidade de resposta do ponto de vista de fiscalização técnica para tantas", diz ao JN Urbano Nunes da Silva, professor catedrático de Engenharia Civil do Instituto Superior Técnico, em Lisboa e ex-vereador com os pelouros da Mobilidade e Transportes na Câmara da capital.

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