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Falhas nos centros de saúde obrigam utentes a pagar contracetivos

Falhas nos centros de saúde obrigam utentes a pagar contracetivos

Disponibilização gratuita de pílulas e outros métodos anticoncecionais não é de fiar. Subida de preços atrasa compras centralizadas.

As falhas nos stocks de pílulas e outros métodos contracetivos nos centros de saúde estão a acontecer com frequência, obrigando as utentes a recorrer às farmácias ou a adiar a colocação dos dispositivos que evitam gravidezes indesejadas. O problema ocorre um pouco por todo o país, com particular incidência em Lisboa e Vale do Tejo. Um dos motivos é a subida dos preços destes produtos. Os concursos públicos têm vindo a ficar vazios, por falta de propostas das farmacêuticas, atrasando a aquisição centralizada e a distribuição.

Esta segunda-feira assinala-se o Dia Mundial da Contraceção. E embora Portugal esteja bem posicionado neste indicador, as dificuldades no acesso a consultas de planeamento familiar e aos métodos contracetivos têm aumentado, diz quem está no terreno.

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