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Mais 2899 casos e 31 mortes por covid-19, pior número desde abril

Mais 2899 casos e 31 mortes por covid-19, pior número desde abril

Portugal regista mais 2899 novos casos de covid-19 e mais 31 mortes. O Norte tem mais 1516 infeções e quase metade das mortes. No total, desde o início da pandemia, morreram 2276 pessoas e 112.440 foram infetadas.

Há mais 2899 infetados com o novo vírus, de acordo com o boletim epidemiológico desta sexta-feira, que é o segundo pior dia no que diz respeito a novos contágios, só atrás de ontem, dia em que Portugal ultrapassou a barreira dos três mil casos diários, com 3270 infetados. No total, estão contabilizados 112.440 casos desde o início da pandemia. Desses, 44.284 correspondem a doentes ativos (mais 1519 nas últimas 24 horas).

A região Norte continua a ser a que maiores aumentos regista (1516, num total de 46.391), representando cerca de 52% dos mais recentes contágios. Seguem-se Lisboa e Vale do Tejo, com mais 918 casos, em 51.313, e o Centro, onde há mais 364 infetados, em 9388. O Alentejo contabiliza mais 53 (em 2272) e o Algarve mais 38 (2373). O arquipélago da Madeira soma mais oito infetados, com um total de 369, e nos Açores há mais dois casos, em 334.

Não havia tantas mortes desde abril

Nas últimas 24 horas, morreram em Portugal mais 31 pessoas, elevando para 2276 o número total de mortes por covid-19 (1154 homens e 1122 mulheres). Trata-se do pior número desde 24 de abril, quando houve 34 óbitos. Além de ser a mais afetada a nível de casos, a região Norte é a que regista mais mortes (14), sendo que outras nove foram registadas em Lisboa e Vale do Tejo, cinco no Centro, duas no Alentejo e uma no Algarve. A grande maioria das vítimas (24) tinha 80 anos ou mais - 13 homens e 11 mulheres. Da faixa etária dos 60-69 anos, morreram dois homens e uma mulher, e da faixa dos 70-79, 1 homem e três mulheres.

O número de internamentos em enfermaria continua a aumentar - há agora mais 53 pessoas internadas (total de 1418). Em unidades de cuidados intensivos, há hoje menos duas (198). Por outro lado, sob vigilância estão 57.455 cidadãos, mais 1646 do que ontem.

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