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Máscaras sociais não servem para ir votar

Máscaras sociais não servem para ir votar

Eleitores e membros das mesas eleitorais têm de usar máscaras FFP2 ou cirúrgicas, segundo o parecer técnico da Direção-Geral da Saúde para as legislativas, divulgado esta quinta-feira.

No documento, a DGS informa que os eleitores deverão estar munidos de máscara, que não social, durante a votação e que, preferencialmente, devem usar uma caneta própria para preencher o boletim. É ainda recomendado que desinfetem as mãos antes e depois do voto.

"Os eleitores devem seguir os circuitos definidos e identificados nos edifícios, o cumprimento da desinfeção das mãos e da etiqueta respiratória (tossir para a parte interna do cotovelo, mesmo quando estiver a usar máscara), não tossir ou espirrar para as mãos, evitar contactos físicos e permanecer no local somente o tempo necessário para poder exercer o seu direito de voto".

Para quem está em isolamento, a DGS vai permitir que se ausente de casa apenas para o ato eleitoral. "A deslocação do domicílio ou local de confinamento para o local de votação e o regresso são realizados em condições de segurança, através de "uso permanente de máscara facial cirúrgica ou máscara FFP2" e "uso de transporte individual ou deslocação a pé". Não se recomenda a utilização de transportes públicos coletivos e individuais de passageiros.

A DGS admite ainda que seja estabelecido um horário para quem está em confinamento (o Governo recomenda que seja entre as 18 e as 19 horas) e que se aumente o número de mesas de voto, o que poderá ir ao encontro do pedido por alguns autarcas, como Luísa Salgueiro, presidente da Associação Nacional de Municípios, que sugeriu a existência de mesas de voto para pessoas em isolamento.

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