25 de Abril

PAN e Chega juntam-se a coro de críticas sobre Adão e Silva

PAN e Chega juntam-se a coro de críticas sobre Adão e Silva

Depois de PSD, CDS-PP e Iniciativa Liberal se insurgirem contra a nomeação de Pedro Adão e Silva para comissário executivo das comemorações dos 50 anos do 25 de Abril, que se assinala em 2024, foi a vez do PAN e do Chega se juntarem ao coro de críticas.

André Ventura disse esta quarta-feira ter escrito a Marcelo Rebelo de Sousa para saber se o presidente da República concordava "de facto" com a nomeação do professor universitário e comentador político. O deputado único do Chega desafiou o chefe de Estado a "deixar bem claro" que está de acordo com a escolha. Na terça-feira, o presidente da República disse que Adão e Silva era um "nome muito consensual".

Por sua vez, a porta-voz do PAN, Inês Sousa Real, afirmou ser "incompreensível" os montantes exigidos pelo sociólogo, que podem chegar até aos 4525 euros por mês e a uma equipa de 12 pessoas. O partido defende que "deveria ser o Estado, por via das suas instituições e organismos" a ter alguém para organizar a cerimónia do 25 de Abril.

A escolha de Adão e Silva tem sido igualmente criticada pela ligação ao PS: foi membro do Secretariado do partido entre 2002 a 2004.

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