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Remodelação num Governo cada vez mais marcado por "turbulência"

Remodelação num Governo cada vez mais marcado por "turbulência"

António Costa aproveita demissão de dois secretários de Estado para fazer alterações na Economia e nas Finanças. Oposição fala em "caos" no Governo

Em oito meses, já são sete as baixas no Governo de maioria absoluta de António Costa, fora os sucessivos casos polémicos envolvendo membros do Executivo. Na terça-feira, o primeiro-ministro demitiu dois secretários de Estado por "divergências de fundo" com o ministro da Economia. E fez mais mexidas, com impacto nas Finanças. A Oposição acusou, logo, o crescente "caos" em S. Bento. "Há uma série de turbulência em demasia", admitem politólogos, embora acreditem não ser suficiente para suscitar eleições antecipadas.

Segundo o JN apurou, o processo já estava em curso há vários dias, tendo António Costa informado o presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, que se manteve, na terça-feira, em silêncio. A minirremodelação deveria ter sido anunciada na quarta-feira, mas uma fuga de informação obrigou a que fosse antecipada. Começou com a confirmação de que o primeiro-ministro aceitou o afastamento dos secretários de Estado da Economia e do Turismo, João Neves e Rita Marques, devido a "divergências de fundo" com o ministro da Economia, António Costa Silva.

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