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Transporte de alunos no interior custa até oito vezes mais às câmaras

Transporte de alunos no interior custa até oito vezes mais às câmaras

Dispersão geográfica e desertificação penalizam custo do transporte escolar no Interior. Em 2017 e em 2018, investimento das câmaras foi superior a 128 milhões.

Os municípios estão a gastar mais dinheiro com o transporte escolar e, no próximo ano letivo, a fatura deverá agravar-se, caso haja necessidade de aumentar frequências e criar circuitos adicionais. Hoje, o esforço já é muito desigual no país e o ónus nas finanças camarárias é maior no Norte do que no Sul. As câmaras da Comunidade Intermunicipal (CIM) do Alto Tâmega gastam oito vezes mais do que as das áreas metropolitanas de Lisboa e do Porto para levar um aluno à escola.

A interioridade pesa no momento de garantir que a escolaridade chega aos jovens das povoações afastadas da sede dos concelhos. Alto Tâmega, Douro, Viseu Dão Lafões e Beira Baixa são as regiões que mais dinheiro despendem por estudante no transporte escolar.

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