Associação para crianças autistas em Leiria perde cerca de 60 funcionários em seis anos

Família de Paulo Santos, que preside à APPDA de Leiria, é acusada de ingerência técnica
Foto: Nuno Brites
Ex-trabalhadores denunciam clima de intimidação na instituição de Leiria. Atual direção recusa todas as acusações.
Em seis anos e meio, saíram da Associação Portuguesa para as Perturbações do Desenvolvimento e Autismo (APPDA) de Leiria cerca de 60 funcionários, a maioria dos quais devido ao alegado clima de mal-estar e de intimidação gerado pelo presidente e pela vice-presidente da direção, Paulo e Elisabete Santos, e pela sua filha mais velha, Tatiana, para a qual criaram o cargo de diretora de recursos humanos, sendo hoje diretora de serviços. Paulo Santos nega as acusações de assédio moral de que a família é alvo e diz que alguns funcionários saíram por não se adaptarem às funções. Na sequência do contacto do JN, telefonou aos pais para convocá-los para uma reunião.
