
Câmara de Guimarães receia não conseguir concretizar a Estratégia Local de Habitação com o financiamento a 100% do PRR
Foto: Miguel Pereira
Câmara de Guimarães esperou um ano por aval do instituto, o que levou o promotor de 111 fogos a abandonar o projeto. ANMP diz que é um problema transversal no país.
Os atrasos do Instituto da Habitação e Reabilitação Urbana (IHRU) na análise das candidaturas ao programa 1.º Direito estão a comprometer as estratégias municipais de habitação das câmaras, por todo o país, garante Fernando Queiroga, presidente da Câmara de Boticas e vogal da Associação Nacional de Municípios (ANMP). Na reunião do Executivo de Guimarães de ontem, ficou a saber-se que o promotor que tinha ganho o concurso para a construção a custos controlados de 111 habitações desistiu do contrato, depois de estar um ano à espera da aprovação pelo IHRU. O instituto não deu resposta ao JN.

