
Larissa e Nuno (de verde) prometem ajudar colegas que recorram ao AASA. Ivaristo (ao centro) deverá ser um dos beneficiados
Foto: Pedro Granadeiro / Global Imagens
É a instituição do Politécnico do Porto que tem mais estudantes internacionais. Taxa de desistência de 10% levou a criar solução. Jovens dos PALOP têm mais dificuldades.
“Cheguei a Portugal para estudar só no início do ano, porque demorou muito a conseguir o visto, mas até agora ainda não encontrei um quarto e isso é uma preocupação que todos os dias me tira o sono.” O desabafo é de Ivaristo Cabi, 27 anos, da Guiné-Bissau, que frequenta o mestrado de Informação Empresarial no Instituto Superior de Contabilidade e Administração do Porto (ISCAP). Também Larissa Manjante, de Moçambique, e Nuno Fernandes, de Cabo Verde, perderam o primeiro semestre por conta da demora no visto, quando chegaram a Portugal para estudar na mesma instituição, sediada em S. Mamede de Infesta, no concelho de Matosinhos.

