
Escola de Medicina da Universidade do Minho, no Campus de Gualtar, em Braga, aposta nas aulas práticas
Fotos: Miguel Pereira
Quando arrancou, a Escola de Medicina da UMinho foi pioneira ao pôr os estudantes em contacto com os doentes desde os primeiros anos, agora, renova-se, com currículo construído pelos alunos.
A Escola de Medicina da Universidade do Minho (EMUM) acaba de encerrar as comemorações dos seus 25 anos. Formar médicos era um dos objetivos iniciais da UMinho que, em 2024, celebrou 50 anos. A maneira de convencer a tutela, sempre reticente relativamente à abertura de novos cursos de Medicina, foi propor uma forma inovadora de ensinar, em que os alunos teriam contacto com doentes desde os primeiros anos da formação. O plano curricular inicial foi entretanto revisto e, no atual ano letivo, vão sair os primeiros graduados num sistema em que o próprio aluno tem um papel ativo na construção do seu percurso, em função dos seus interesses e aptidões. Com os olhos postos no futuro, o presidente da EMUM, Jorge Correia Pinto, sonha com a criação de um Centro Clínico Académico (do Minho) juntando a universidade, as unidades locais de saúde (ULS) do Alto Ave, Alto Minho e Braga e outros agentes ligados ao setor.

