
Autarca de Bragança, Isabel Ferreira
Foto: Rui Manuel Ferreira / Arquivo
A Assembleia Municipal de Bragança aprovou, esta quinta-feira, o orçamento da Câmara para 2026, no valor de 60 milhões de euros, com 47 abstenções e 29 votos a favor.
Os 60 milhões de euros incluem 7,8 milhões para o Plano Municipal de Atividades e 21 milhões para o Plano Plurianual de Investimentos.
A presidente da Câmara, Isabel Ferreira, destacou que é o orçamento de transição de um executivo social-democrata, que liderou o município 12 anos, para o primeiro dos novos membros do município, eleitos pelo Partido Socialista, nas últimas autárquicas. "Tenho de sublinhar o estado de degradação global dos edifícios municipais. Depois, uma falta de concretização de executivos anteriores e uma baixa e má execução de fundos europeus", explicou a autarca ao JN, salientado que o orçamento visa "o crescimento económico e a modernização de infraestruturas, a valorização do património, a promoção da qualidade de vida dos cidadãos e reforço da coesão social".
Há obras previstas para o Teatro Municipal e para a central de camionagem, a modernização das Escolas Miguel Torga, Paulo Quintela e Augusto Moreno, bem como a remodelação e beneficiação de escolas pré-primárias, primárias e bibliotecas e a reabilitação da Residência de Estudantes Gulbenkian, e a requalificação da rede de centros de saúde do concelho.
Projetos como a ampliação do Brigantia Ecopark, as intervenções na Praça Camões, onde deverá ser construída um espaço multifuncional e polivalente, bem como o reforço do investimento nas aldeias em 125%, a criação de uma comunidade de energia, e o plano de revitalização do Mercado Municipal, a reabilitação de edifício para Casa das Artes e a criação do núcleo museológico de arte sacra, destacou a autarca.
