
Chappell Roan foi o centro das atenções com um vestido ousado
Getty Images via AFP
Cantora reagiu nas redes sociais às críticas e celebrou o arrojo da criação assinada pelo designer Miguel Castro Freitas, diretor criativo da Mugler. Na passadeira vermelha, vingaram as transparências.
A presença de Chapell Roan, cantora norte-americana de 27 anos nomeada para Melhor Álbum e Melhor Performance pelo disco "The Subway", na passadeira vermelha do 68.º Grammy, em Los Angeles, continua a dar que falar. Vencedora do Grammy de Artista Revelação em 2025, a artista chegou com um vestido transparente, sustentado por piercings suspensos nos seios por próteses, que rapidamente se tornou o centro das atenções.

No Instagram, a artista partilhou várias fotografias do look e comentou: "A rir porque nem acho que esse look seja tão escandaloso assim. Na verdade, o visual é incrível e estranho ao mesmo tempo. Recomendo apenas que exerçam o seu livre-arbítrio, é realmente divertido e absurdo". Entre os fãs surgiram elogios como "Sempre impecável", "Absolutamente lendária!" e "Perfeita".
O vestido que fascinou o público foi criado pelo português Miguel Castro Freitas para a Mugler, onde assumiu a direção criativa em 2025. Inspirado na coleção primavera/verão de 1998 de Thierry Mugler, a peça utiliza próteses para sustentar o tecido, criando a ilusão de transparência extrema sem comprometer o conforto da cantora.
Ode aos corpos
A ousadia de Chappell Roan relembrou a polémica do ano passado, quando Bianca Censori, mulher do rapper e designer antigo Kanye West, causou alvoroço (e polémica) com um minivestido totalmente transparente. Se em 2025 o público se dividiu entre choque e admiração, em 2026 Roan levou a transparência ao extremo, mas de forma criativa e lúdica, mostrando que o tapete vermelho continua a ser palco de expressão artística e liberdade de estilo.

Outros looks ousados também se destacaram. Heidi Klum surgiu com um vestido estruturado de latex, desenhado por Marina Hoermanseder, que reproduzia quase literalmente o corpo da modelo. A cantora colombiana Karol G escolheu um modelo rendado e transparente de corte ombro a ombro, assinado por Paolo Sebastian, enquanto Kehlani optou por um vestido preto com detalhes bordados de Valdrin Sahiti, que combinava sensualidade e sofisticação.

Atrevida, Addison Rae destacou-se com uma criação branca da Alaïa, inspirada em Marilyn Monroe, com decote profundo e cauda curta. Já Teyana Taylor posou para os fotógrafos com um vestido Tom Ford "desafiador da gravidade", cujo corte criou um efeito inesperado.

