
A artista já defendeu várias vezes o país natal e o seu exército, até por ter servido as forças armadas israelitas
Foto: Caroline Brehman / EPA
Na companhia do marido e das quatro filhas, a atriz israelita Gal Gadot recebeu, esta terça-feira, a sua estrela no Passeio da Fama de Hollywood. O momento foi marcado por protestos pró-Israel e pró-Palestina, obrigando a intervenção policial, quando o fim da trégua na Faixa de Gaza marca a atualidade.
"Primeira mulher israelita a ser homenageada com uma estrela na Calçada da Fama de Hollywood", como foi anunciado, Gal Gadot posou sorridente, ao lado da família, na cerimónia que se realizou esta terça-feira, mas nem tudo foi pacífico. Quando Israel interrompeu o acordo de tréguas com ataques à Faixa de Gaza, a atriz e produtora nascida em Petah Tikva, Israel, foi surpreendida com manifestações pró-Israel e pró-Palestina.
A artista já defendeu várias vezes o país natal e o seu exército, até por ter servido as forças armadas israelitas. Nas redes sociais, manifestou o seu apoio, o que já lhe valeu muitas críticas e agora protestos. Além disso, também houve cartazes contra o filme "Branca de Neve", que tem gerado polémica, no qual interpreta a Rainha Má, obrigando à intervenção da polícia.
"Sou apenas uma rapariga de uma cidade em Israel, esta estrela vai lembrar-me que, com trabalho duro, paixão e um pouco de fé, tudo é possível. Sempre que o meu sucesso aumentava, eu sempre engravidava, eu precisava colocar os pés no chão. É o que digo aos meus agentes. Ou eu faço filmes, ou faço bebés — chega de bebés. Mas Jaron sempre me lembrou de sonhar e ser livre para fazer o que eu quiser", afirmou Gal Gadot, no seu discurso.
No dia em que a filha Maya fez oito anos, ela também se dirigiu à família: "Alma, Maya, Daniella, e a bebé Ori, tudo o que faço, faço por vocês. Ser a vossa mãe é o meu maior, maior privilégio e a coisa mais significativa que eu já fiz". As meninas são fruto do casamento com o empresário Joran Varsano.

