
Infanta Cristina e Iñaki Urdangarin anunciaram o fim do casamento em janeiro de 2022
Foto: Europa Press
Foi no início de 2024 que a infanta Cristina Iñaki Urdangarin oficializaram o divórcio, dois anos após o anúncio do fim do casamento. O processo arrastou-se por a irmã do rei Felipe VI e o antigo atleta não se entenderem quanto à divisão de bens, disputando uma obra do pintor espanhol Pablo Picasso.
O casamento da infanta Cristina e Iñaki Urdangarin terminou no início de 2022, depois da publicação de fotografias do ex-duque de Palma com a então amante e agora companheira, Ainhoa Armentia, de mãos dadas, numa praia, mas o divórcio ainda continua a dar que falar.
A irmã de Felipe VI, o rei de Espanha, e o antigo atleta olímpico demoraram quase dois anos a chegar a acordo e só em janeiro do ano passado é que se declararam divorciados, depois de assinarem os papéis em Barcelona. Segundo o jornal “El Nacional”, o processo prolongou-se devido à divisão de bens.
Além do apartamento de Bidart, em França, onde Inãki foi fotografado com Ainhoa, e presentes recebidos quando eram casados, o antigo jogador de andebol e Cristina disputaram algumas obras de arte do pintor espanhol Pablo Picasso e outros artistas.
Nenhum estava disposto a ceder ao fim de 26 anos casados, mas acabaram por se entender e encerrar a história a dois, da qual nasceram os filhos Juan, de 25 anos, Pablo, de 24, Miguel, de 22, e Irene, de 19 anos. Chegaram a acordo em dezembro de 2023, com Urdangarin receber 2 milhões de euros de indemnização da Casa Real e uma pensão de cerca de 25 mil euros mensais, para manter em segredo a privacidade da família real.

