Manuel Machado que, este sábado, foi eleito presidente da Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP), no congresso que decorre em Santarém, sublinhou que o renovado Conselho Diretivo saberá "forjar as pontes e os consensos necessários, internos e externos, mas avisou que os "municípios não aceitarão voltar a ser desconsiderados nos processos decisórios em que são parceiros".
"Podemos, queremos e devemos ser uma "força tranquila", referiu Manuel Machado, acrescentando, no entanto, que os autarcas recusam-se a assistir e a contribuir para o estertor do Poder Local".
"Os municípios rejeitarão todos os processos em que não sejam vistos, nem tratados, como agentes fundamentais do desenvolvimento e da afirmação dos territórios e das comunidades".
Sublinhou ainda que os autarcas não podem ficar presos ao que foi feito e que a ação tem de ser outra. E frisou que o congresso é o espaço ideal para refletir sobre novas politicas municipais, sobre as dificuldades e as oportunidades.
Manuel Machado, no discurso da tomada de posse afirmou também que a "ANMP vai saber recriar-se em duas dimensões: como a casa do debate e da concertação política e para a missão de contratualizar soluções de gestão.
