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Pais denunciam "clima de guerrilha" no Conservatório do Porto

Pais denunciam "clima de guerrilha" no Conservatório do Porto

Nota de repúdio contra aluna de 14 anos agravou mal-estar. Direção diz desconhecer queixas de encarregados de educação.

"Há professores que batem, puxam os cabelos, dizem palavrões, dão murros nas mesas. Insultam, humilham, agridem verbalmente. Tudo é ignorado". O relato é de um pai de um aluno do Conservatório de Música do Porto, um dos muitos que o JN recolheu nos últimos dois dias, após a publicação de uma nota de repúdio contra uma aluna de 14 anos, aprovada pelo Conselho Geral, afixada no corredor do Conservatório e publicada no site da escola.

"Ninguém da turma da Rafaela fala com ela porque denunciou certas coisas", contou ao JN Aquiles Oliveira, pai de Rafaela Oliveira, aluna a frequentar o 9.º ano. "No ano passado, descobrimos que certos professores faltavam, mas as aulas eram registadas. E denunciámos à Direção", recordam Aquiles e Carla Ribeiro, sublinhando que nunca tiveram resposta por parte do Conservatório de Música do Porto (CMP). A queixa seguiu depois para o Ministério da Educação.

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