Jorge Sobrado: "O pulmão cultural do Porto expande-se através das estruturas independentes"

Jorge Sobrado entre um poema de Vasco Graça Moura e um versículo da Bíblia, no seu gabinete na Câmara do Porto
Foto: Pedro Correia
Vereador da Câmara do Porto assume "o resgate do texto e da palavra" para o centro da sua política. Com mais sete milhões no orçamento deste ano, explica onde será gasto o dinheiro.
Jorge Sobrado já completou cem dias como vereador da Cultura da Câmara do Porto. Eleito como independente pelo PS, de Manuel Pizarro, transitou para o Executivo de Pedro Duarte, do PSD, dando assim maioria ao presidente. Foi vice-presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte, diretor do Museu da Cidade e das Bibliotecas Municipais do Porto, além de vereador da Cultura de Viseu. Tem um propósito: resgatar a palavra para o centro da política cultural do Porto. Revela um novo festival das bibliotecas municipais, promove o festival Babell, da Fundação Livraria Lello, e as obras na Biblioteca Municipal do Porto como o grande investimento deste mandato. E anuncia reajustamentos na linha de programação dos teatros Rivoli e Campo Alegre.


