
No novo disco, Júlio Pereira cruza som do cavaquinho com os de outras paragens
Foto: Gustavo Bom / Global Imagens
A divulgar o cavaquinho aos portugueses há mais de 40 anos, músico ambiciona agora que a UNESCO reconheça a prática do instrumento tradicional como Património Imaterial da Humanidade.
Há décadas a fio – desde o final dos anos 70 – que Júlio Pereira e o cavaquinho se tornaram quase sinónimos. O músico, de 70 anos, catapultou para os tops o peculiar instrumento de cordas, pai de modelos como a braguinha ou machete-de-braga; fê-lo viajar pelo mundo e conseguiu até, através do movimento que ajudou a criar (a Associação Cultural Museu Cavaquinho), que a sua construção fosse classificada como Património Cultural.

