António José Seguro quer "critérios de igualdade que ponham fim à inaceitável discriminação salarial das mulheres portuguesas"

António José seguro toma posse como presidente da República esta segunda-feira,9 de março, sucedendo a Marcelo Rebelo de Sousa
José Sena Goulão/Lusa
António José Seguro aborda, em dia de discurso de tomada de posse como presidente da Repúbica, esta segunda-feira, 9 de março, a necessidade de um "compromisso interpartidário no acesso à saúde", a salvaguarda de um Serviço Nacional de Saúde sustentado, num trabalho que deve "ultrapassar ciclos governativos" e que quer apostar em "metas, políticas, medidas, orçamentos plurianuais e avalação de resultados". Eixo que soma a outras matérias como "acesso à habitação, rejuvenescimento da população", as possibilidades dos jovens na sociedade a par de uma "justiça mais célere".
Eleito presidente da República, António José Seguro, de 63 anos, toma posse esta segunda-feira, 9 de março, como novo chefe de Estado e apresenta, neste discurso inaugural, as linhas mestras daquele que quer que seja o seja o seu mandato.
De entre os eixos políticos e do desejo de estabilidade governativa para por fim a um "frenesim eleitoral", António José Seguro define, como prioridades entre outras matérias, o estabelecimento de "critérios de igualdade que ponham fim à inaceitável discriminação salarial das mulheres portuguesas".
António José Seguro aborda a questão da saúde, sobre a qual pretende um "compromisso interpartidário no acesso à saúde", a salvaguarda de um Serviço Nacional de Saúde sustentado, num "compromisso que ultrapassa ciclos governativos" e que quer apostar em "metas, políticas, medidas, orçamentos plurianuais e avalação de resultados".
Eixo que soma a outras matérias como "acesso à habitação, rejuvenescimento da população", as possibilidades dos jovens na sociedade a par de uma "justiça mais célere".
"Estarei atento á desigualdade, à justiça social humana", afirma no discurso da tomada de posse que está a ser proferido na Assembleia da República.
Seguro, que reitera ser um homem livre e lembra que possivelmente poderá não agradar a todos, defende que é "hora de abandonarmos a nostalgia e o passado" e apostar "num Portugal renovado, moderno e justo". É momento de "perdermos o medo e de erguermos a esperança", pede. "E esperança não é ingenuidade, é acreditar responsabilidade coletiva", pedindo paara seguir com "coragem, sabedoria para decidir e união para vencer".
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