
O estudo do IVDP conclui que "os excedentes de vinho da RDD não chegam para produzir a aguardente necessária à produção de vinho do Porto e de Moscatel do Douro"
Foto: Artur Machado
Trabalho do IVDP conclui que a produção apenas com aguardente da Região Demarcada do Douro é inviável técnica, económica e juridicamente.
A produção de vinho do Porto exclusivamente com aguardente produzida na Região Demarcada do Douro (RDD) é inviável do ponto de vista técnico, económico, jurídico e estratégico. Esta é a principal conclusão de um estudo do Instituto dos Vinhos do Douro e do Porto (IVDP), divulgado pelo Governo, que afasta a obrigatoriedade de utilização de aguardente 100% regional e prefere priorizar o Plano de Ação para a região vinhateira.
