
Casa Relvas.
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Com a chegada do Ano Novo Chinês, multiplicam-se os festejos - à mesa, naturalmente, mas também em espaços de cultura. Mas não ficamos por aí: há passeios na natureza em Évora e a televisão feita transgressão no Centro de Arte Oliva.
Sabores da China servidos no TOA Porto
Pensado para a chegada do Ano Novo Chinês, o TOA Porto celebra a entrada no Ano do Cavalo com um menu exclusivo, disponível entre 17 e 21 de fevereiro. O bar de inspiração asiática localizado em Miguel Bombarda, quer trazer à comunidade o espírito do Ano Novo Lunar, com uma decoração temática e pratos que têm simbolismo e tradição. O menu, 55 euros por pessoa, inclui a dourada ao vapor (uma interpretação do TOA do clássico peixe ao vapor) e o nian gao, dois pratos associados a esta data e que só estarão disponíveis durante este período. A refeição conta ainda com barriga de porco crocante ao estilo oriental, gyozas vegetarianas e spring rolls de pato. A experiência fica completa com o cocktail Festival Primavera, criado com rum branco, rábano silvestre, erva-príncipe e kombucha. Reservas: info@toaporto.com ou 224 023 467.

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Rota da Biodiversidade no Alentejo
A Casa Relvas acaba de disponibilizar ao público a Rota da Biodiversidade, uma experiência turística com lugar na Herdade de São Miguel, em Évora, no coração do Alentejo. Uma atividade que proporciona uma caminhada interpretativa entre montado, vinhas e oliveiras "num ambiente descontraído que reflete muito a nossa forma de estar, porque aqui recebemos como em casa", afirma Alexandre Relvas, codiretor-executivo da Casa Relvas. O percurso é complementado com uma prova de vinhos e azeites, um almoço marcado pela gastronomia regional, e ainda a oferta de um chapéu e de uma t-shirt da Casa Relvas. A experiência está disponível durante todo o ano, de segunda a sábado, e tem o valor de 95 euros por pessoa (entre os sete e os 17 anos o valor é de 20 euros).

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Ano Novo Chinês celebrado à mesa, em Lisboa
O JNcQUOI recebe o Ano Novo Chinês com celebrações e menus exclusivos. No dia 17 de fevereiro, o JNcQUOI Frou Frou (foto) terá um ambiente completo de festa, música tradicional chinesa, entretenimento e um menu especial. A efeméride também poderá ser festejada no JNcQUOI Asia e no JNcQUOI Frou Frou, de 18 a 21 de fevereiro, com um menu pensado para a data. A refeição inicia-se com várias opções de entradas, como cheung fun de lavagante crocante com caviar, crocante de aipo char siu com pó de framboesas, spring roll de camarão e wontons de porco e camarão. Seguem-se os pratos principais: peixe a vapor com gengibre e cebolete, nian gao salteado com molho XO e caranguejo, claypot de frango hainanese, e bimmis salteados com macadamia e pinhões. Para finalizar, bolas de sésamo e bao de gema de pato salgada e laranja. Os convidados poderão igualmente ver a tradicional Dança do Dragão, um dos símbolos mais emblemáticos desta cultura. Reservas: book@jncquoiasia.com ou 219 513 000; book@jncquoifroufrou.com ou 210 513 015.

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Visita à cultura chinesa, no Museu Oriente
No Museu do Oriente, na zona de Alcântara, em Lisboa, o Ano Novo Chinês é celebrado através de um programa cultural repleto de atividades alusivas a esta comemoração. Ao longo de fevereiro, há experiências para todas as idades, desde pintura e caligrafia com pincel chinês à exploração de temas como os animais do zodíaco e os deuses da religião popular. No dia 17 acontece a visita Ano Novo Chinês: Colecção Kwok On, que mostra peças raramente expostas do acervo da Fundação Oriente, de forma a promover um maior conhecimento sobre esta celebração e o seu simbolismo. Nesse dia, a entrada no museu e visitas são gratuitas. O programa termina a 1 de março, com o espetáculo "A Voz do Cavalo", que junta música tradicional, artes marciais e danças das mais diversas comunidades chinesas.

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A história da televisão em São João da Madeira
A exposição "ZAPPING: Televisão como Cultura e Contracultura" reúne 40 programas culturais da RTP, distribuídos por temáticas, e coloca-os em diálogo com o trabalho de 28 artistas. No Centro de Arte Oliva, em São João da Madeira, o público é convidado a relembrar programas emblemáticos sobre os mais diversos temas culturais, e a confrontá-los com obras de autores que trabalharam com, sobre ou para a televisão. O objetivo é criar uma reflexão crítica sobre como o meio televisivo moldou vários aspetos desde a década de 1950 até à atualidade. O evento desdobra- -se ainda em três outros espaços: o gnration (Braga), o Centro para os Assuntos da Arte e Arquitectura (Guimarães) e o Museu de Arte Contemporânea de Elvas, onde são apresentadas obras que aprofundam alguns dos temas já presentes neste projeto. A exposição poderá ser visitada até 28 de junho.

Foto: Priscila Fernandes
