
Caleb Oquendo/Pexels
Há na existência de um tacho a borbulhar uma realidade cheia de afetos e de cuidado. Adivinha-se o que lá vem pelo olfato, divide-se o dia e o que lá está por quem se senta à mesa.
Perdoem-me os especialistas em etiqueta, mas acho que o tacho na mesa devia ter estatuto de tesouro nacional. À volta de um tacho, vivem-se os momentos mais sublimes da vida e, numa casa de pouca ou de muita gente, este sublime objeto quotidiano transforma-se numa espécie de sol que atrai e envolve.
Acesso exclusivo a assinantes
Já é assinante? Inicie sessão
Acesso ilimitado a conteúdos exclusivos
Navegação sem publicidade intrusiva
Versão digital do jornal, suplementos e revistas

