
Polícia Marítima e autoridades espanholas desmantelaram grupo em fevereiro do ano passado
Foto: Nuno Pinto Fernandes
Relação do Porto não teve dúvidas sobre a existência de associação criminosa e reverteu decisão do Tribunal de Instrução Criminal.
O Tribunal da Relação do Porto decidiu enviar para prisão preventiva dois empresários de origem chinesa, suspeitos de terem liderado, entre 2020 e 2023, uma associação criminosa dedicada ao contrabando internacional de meixão. Trata-se de uma enguia juvenil cuja captura é proibida e que vale fortunas no Oriente. No mesmo processo, os desembargadores também decidiram, recentemente, mandar outros dois empresários chineses para prisão domiciliária.

