MP pede dez anos de prisão para líderes da rede dos atestados falsos para imigrantes

Funcionário da Junta de Freguesia de Penha de França é arguido
Foto: Direitos Reservados
O Ministério Público (MP) pediu uma pena de dez anos de prisão para os quatro principais arguidos no processo dos falsos atestados de residência passados, na Junta de Freguesia de Penha de França, a milhares de imigrantes que viriam a regularização, fraudulosamente, a sua permanência em Portugal junto do extinto SEF.
A Procuradora do MP esclareceu que se fez prova em tribunal quanto aos crimes praticados entre 2021 e 2023 e pediu quatro anos de prisão por associação criminosa, outros quatro por auxílio à imigração ilegal e dois por falsificação de documentos aos quatro principais arguidos. No final do julgamento, o coletivo de juízes mandou libertar os três presos preventivos, de nacionalidade indostânica, e ainda um quarto arguido que estava em prisão domiciliária.

