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Centenas de julgamentos adiados por falta de transporte

Centenas de julgamentos adiados por falta de transporte

Guardas prisionais estão em greve pelo menos até ao fim do ano. Classificação das diligências como urgentes e recurso a videoconferência têm permitido mitigar consequências do protesto.

Em cerca de dois meses, foram adiados centenas de julgamentos de norte a sul do país, por não ter sido assegurado o transporte de presos a tribunal, devido à greve dos guardas prisionais em curso a diligências não urgentes. A classificação das sessões como inadiáveis e o recurso a videoconferência desde as cadeias têm sido as medidas adotadas pelos juízes para mitigar os efeitos do protesto, que deverá durar pelo menos até ao fim deste ano.

De acordo com os dados fornecidos ao JN pelos presidentes de comarca, entre 1 de setembro e 21 de outubro foram adiadas 392 audiências, na sua maioria de julgamento, em 15 das 21 divisões do país, com destaque para as de Lisboa, Aveiro, Leiria, Porto e Braga (ver mapa). Nem todos os reagendamentos foram contabilizados.

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