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Inquérito da IGAI sobre golas antifumo parou à espera da Justiça

Inquérito da IGAI sobre golas antifumo parou à espera da Justiça

Informação foi prestada ao Ministério Público. Ex-governante, agora acusado da prática de crimes, queria relatório junto ao processo penal. Procuradores rejeitaram pretensão.

O inquérito aberto, em 2019, pela Inspeção-Geral da Administração Interna (IGAI) para apurar a existência de infrações disciplinares no "caso das golas antifumo" parou há pelo menos um ano à espera de uma decisão da Justiça.

A informação consta do processo penal no âmbito do qual o Ministério Público (MP) acusou, a 14 deste mês de julho de 2022, 19 arguidos, incluindo o ex-presidente da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC), Carlos Mourato Nunes, e o secretário de Estado da Proteção Civil à data dos factos, José Artur Neves. Este último tentou, até ao fim do inquérito criminal, que o procedimento da IGAI, no qual testemunhou, fosse junto aos autos, mas tal foi, no dia em que deduziram acusação, rejeitado pelos procuradores.

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