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Passaportes portugueses negociados a dez mil euros

Passaportes portugueses negociados a dez mil euros

Emissão centralizada na Casa da Moeda e elementos de segurança tornam difícil falsificar o documento, que dispensa visto para 188 países de destino.

Os vários elementos de segurança, alguns deles secretos, e a sua emissão centralizada, na Casa da Moeda, fazem com que o passaporte português seja um dos mais seguros do Mundo e uma referência internacional. Além de difícil de falsificar, também permite ao seu titular viajar para 188 países sem necessidade de obter visto prévio. Razões de sobra para que um passaporte luso falsificado só esteja ao alcance de criminosos com grande capacidade económica. No mercado negro, paga-se acima de dez mil euros por exemplar.

O mercado negro divide os passaportes em dois níveis: os que obrigam à obtenção de visto para entrar num país; e os que dispensam esta formalidade. Os primeiros, produzidos sobretudo a partir de passaportes africanos dados como perdidos pelos legítimos proprietários, rondam os dois mil euros. Já os que podem dispensar visto são adquiridos a partir de cinco mil euros, subdividindo-se estes entre os mais e os menos difíceis de adulterar.

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