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Piratas informáticos destruíram arquivos da SIC e do Expresso

Piratas informáticos destruíram arquivos da SIC e do Expresso

Ataque sem precedentes em Portugal apagou todos os dados e registos históricos digitais dos títulos do Grupo Impresa.

Foi um ataque sem precedentes, dirigido a um dos maiores grupos de comunicação social do país. Os piratas informáticos que reivindicaram o ataque aos sites do "Expresso" e da SIC destruíram todo o histórico de notícias armazenado nos servidores dos dois órgãos de Comunicação Social. Na terça-feira à tarde, três dias depois, os sites voltaram ao ativo com o mesmo endereço, mas em formato provisório. O golpe não terá sido de "ransomware" clássico, que implicaria o pagamento de um resgate para reaver a informação das páginas Internet, mas sim a eliminação da memória digital das notícias do Grupo Impresa.

Segundo informações recolhidas pelo JN junto de diversos especialistas em cibersegurança, ao contrário de casos clássicos de "ransomware", aqui os dados informáticos, o registo histórico, assim como as cópias de segurança (os chamados "backups") foram simplesmente eliminados. Nos casos habituais, após os dados serem encriptados, ficam ilegíveis por terem sido codificados. Apenas podem ser desencriptados com uma chave que só é conhecida pelos piratas e que estes fornecem mediante pagamento. No caso da SIC e do "Expresso", verificou-se que os dados foram destruídos.

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