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Porto vai ter esquadra móvel da PSP

Porto vai ter esquadra móvel da PSP

O Ministro da Administração Interna, José Luís Carneiro, anunciou na tarde desta segunda-feira, que o policiamento na cidade do Porto irá ser reforçado com um unidade móvel de atendimento, para fazer face à falta de efetivo, noticiada este fim de semana pela JN.

José Luís Carneiro garantiu que a "esquadra móvel" irá começar a funcionar já esta quinta-feira. "Essa experiência, que tínhamos pensado para lançar sábado, será, em princípio, no dia 28 [quinta-feira], para que o senhor presidente da Câmara Municipal do Porto possa participar nesse encontro", disse aos jornalistas José Luís Carneiro na Câmara Municipal do Porto, ladeado por Rui Moreira.

O Ministro da Administração Interna reuniu-se esta segunda-feira com o comando metropolitano do Porto na sequência da notícia do JN que avançou que a maior esquadra do Porto encerrou o atendimento ao público, durante várias horas, por falta de efetivo, criando alarme social junta das populações e de associações.

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"Esta experiência vai ser desenvolvida em diálogo com o presidente da câmara municipal do Porto", disse José Luís Carneiro que garantiu ainda a criação de "unidades de atendimento com recurso a espaços municipais", nomeadamente juntas de freguesia e lojas do cidadão.

"Se houver necessidade" Infante volta a fechar

A comandante metropolitana da PSP do Porto garantiu que o patrulhamento da zona da Esquadra do Infante, que inclui a Ribeira e o Centro Histórico, não foi afetado. Aliás foi "exatamente por isso que tiveram de reajustar o horário de atendimento", algo que vem acontecendo "há bastante tempo", precisou Paula Peneda.

Questionada sobre se o atendimento naquela esquadra poderá ter de ser novamente suspenso nos próximos tempos, a comandante não rejeitou a possibilidade.

"A esquadra do Infante é uma esquadra que causa algum impacto mas que tem cerca de 7 queixas por dia. O que dá cerca de duas queixas por turno de 8 horas. O impacto que gera não é real. Portanto, se houver necessidade será feito", adiantou.

Entretanto, a Associação de Bares da Zona Histórica do Porto, liderada por António Fonseca, veio a público que vai avaliar junto do seu gabinete jurídico "a possibilidade de ações contra o Estado, enquanto entidade que tem a obrigação de proteger os seus cidadãos, acrescentando meios de defesa e não o de fechar meios de segurança".

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