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Procuradores avançam para tribunal contra nomeações de chefias

Procuradores avançam para tribunal contra nomeações de chefias

Magistrados preteridos para o cargo de coordenador de comarca falam de "processo pouco transparente" e com "irregularidades".

Um grupo de magistrados do Ministério Público está insatisfeito e vai contestar judicialmente o concurso para coordenador em 14 comarcas, por considerar que o processo foi "pouco transparente" e decidido "com irregularidades", padecendo de vícios processuais, como a ausência de audiência prévia e o direito de reclamação. E sugere que terá havido "graduações e escolhas cirúrgicas" para impedir que procuradores, independentes e com provas dadas, pudessem ser "incómodos" na função.

Fonte ligada ao processo disse ao JN que os procuradores acreditam que terá havido uma "escolha seletiva", em parte partidarizada, dada a existência de dois socialistas entre os membros do júri que procedeu à graduação prévia (que ainda não foi notificada a qualquer candidato), a qual visou afastar procuradores com provas dadas na luta contra a corrupção.

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