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Roupa furtada em armazéns do Porto vendida nas feiras de Lisboa

Roupa furtada em armazéns do Porto vendida nas feiras de Lisboa

Cinco mulheres assaltaram, ao longo do último ano, dezenas de lojas. Também integraram grupo que efetuava buracos nas paredes de armazéns para roubar vestuário de marca.

As cinco mulheres que, quarta-feira, foram detidas por furtar produtos em lojas do Porto e Gondomar também estão indiciadas por assaltos a armazéns de roupa de marca. Os furtos foram cometidos com familiares, através de buracos efetuados nas paredes dos estabelecimentos.

O mesmo método era usado, como o JN avançou no início do mês, por um grupo que se dedicava a roubar eletrodomésticos e cujos elementos eram da família das mulheres agora detidas pelo Núcleo de Investigação Criminal (NIC) de Matosinhos da GNR.

Com idades entre os 21 e os 26 anos, as mulheres fizeram, ao longo do último ano, dois tipos de furtos. Em alguns casos, entravam numa loja e enquanto três delas mantinham os funcionários ocupados, as outras duas metiam os telemóveis e eletrodomésticos em sacos de alumínio (que permitiam passar pelo alarme) e abandonavam o local. Noutros, integravam o grupo que identificava armazéns de roupa de marca, abria buracos nas paredes e, de noite, acedia ao seu interior para levar todo o material.

Roupa vendida em Lisboa

O vestuário era, posteriormente, enviado para Lisboa, onde era vendido nas feiras, por outros elementos da família ou amigos. Na operação levada a cabo pelo NIC de Matosinhos foram recuperados 442 vestidos, vários pares de calçado e artigos de cosmética.

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No início do mês, o NIC de Vila Nova de Gaia já tinha detido um homem, de 30 anos, suspeito de integrar um grupo que furtou dezenas de computadores portáteis, fogões, placas de forno e televisões. Também este material era vendido nas feiras ou aos vizinhos.

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